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Em nova fase, SP cria mais restrições e toque de recolher

Publicada dia 11/03/2021 às 13:17:42

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Renan Alves


Atualização 14h11

Sob risco de colapso em seu sistema de saúde, devido à escalada da transmissão do coronavírus, o Estado de São Paulo entra numa nova fase emergencial de seu plano de abertura econômica que começa dia 15 e vai até 29 de março.

O pacote inclui um fechamento de colégios estaduais. As escolas seguirão parcialmente abertas para atender alunos vulneráveis que precisem de alimentação. Na rede privada, isso será opcional, mas as regras que limitam a 35% de ocupação seguem valendo. Os recessos de abril e outubro estão sendo antecipados, ou seja, alunos não terão atividades obrigatórias para desenvolver em casa.

Serão excluídas dessa classificação lojas como as de material de construção, que terão de fechar. Cultos religiosos, que haviam sido permitidos na última reclassificação do chamado Plano SP, serão suspensos — fiéis poderão ir rezar individualmente.

Jogos de futebol seguirão o mesmo caminho. Escritórios terão suas atividades presenciais vetadas, atividades econômicas não essenciais terão de instituir o teletrabalho de maneira obrigatória. Os supermercados e congenêres estão liberados 24 horas.

Sistema de retirada de alimentos e produtos, o chamado take-away está proibido, o drive thru está liberado entre às 5 e 20 horas, já o sistema delivery está liberado 24 horas para todos os setores.

O que antes era chamado ‘toque de restrição’ agora é considerado ‘toque de recolher’ e obriga as pessoas a ficarem em casa das 20 às 5 horas, todos os dias da semana. O objetivo não é multar pessoas, exceto nas já fiscalizadas aglomerações. A frequência de praias e parques estará vetada.

O prefeito de Santa Cruz do Rio Pardo, Diego Singolani (PSD), afirmou que o município segue as diretrizes do Plano São Paulo com pequenas alterações.

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