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Ainda com vacinação lenta, Santa Cruz adere a consórcio para compra de vacinas

Publicada dia 06/03/2021 às 11:38:15

Pedro Figueira

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Thaís Balielo


O prefeito de Santa Cruz do Rio Pardo, Diego Henrique Singolani Costa (PSD), assinou nesta quinta-feira, 4, a manifestação preliminar de interesse para participação do consórcio público que deve ser instituído para a compra de vacinas contra a Covid-19. Segundo informações divulgadas pela Secretaria de Comunicação, o município aguarda as orientações da Frente Nacional de Prefeitos, entidade que está organizando o consórcio.

Como em todo o País, as doses de imunizantes estão chegando na cidade de forma lenta e em poucas quantidades, impedindo a vacinação em ritmo maior. Até quinta-feira, 4, haviam recebido a primeira dose de vacina 2.831 pessoas, sendo 1.024 já com a segunda dose. A participação no consórcio possibilita a compra de doses diretamente com laboratórios, sem depender das doses distribuídas pelo governo federal através do PNI (Plano Nacional de Imunização) ou das do governo estadual.

A secretaria de Saúde, Anelise Leitão, informou que essa semana foram aplicadas, na segunda feira, 370 doses da vacina coronavac (Butantan) correspondente a 2ª dose dos profissionais de saúde que realizaram a primeira dose nos dias 2,3 e 4 de fevereiro. Na terça-feira foram realizadas as segundas doses dos idosos de 90 anos e mais, totalizando 130 doses. Na quarta-feira foram aplicadas 170 doses nos idosos de 79 anos.

“A previsão é que até segunda-feira recebamos 22% de vacinas que faltam para a primeira dose dos idosos de 80 a 84 anos (160 doses) e 49% (300 doses) para fazer dos 77 a 79 anos, faltando ainda 16% que virão em outra grade futuramente. A campanha é cumulativa, ainda tem pessoas realizando o agendamento em todas as idades que já iniciaram as aplicações”, explica.

Anelise esclareceu que estas doses provem do Governo do Estado que encaminha para Central de Vigilância Epidemiológica do Município de Assis e este redistribui com os percentuais já determinados a cada Município conforme sua representatividade e abrangência.

“A antiga previsão de distribuição de acordo com a grade do Estado se modificou devido ao atraso nessa operacionalização e fabricação de vacina. A compra e disponibilização dos insumos tiveram problemas que atrapalharam a operacionalização e fabricação da vacina pelo Instituto Butantan”, disse.

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