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Fototerapia é novidade para tratar problemas de pele

Publicada dia 02/07/2018 às 17:01:47

Arquivo Pessoal

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Um novo tratamento está sendo indicado para pacientes que sofrem com acne, manchas, cicatrizações, dermatites e outros problemas de pele. Trata-se da “fototerapia”, que tem os cuidados a partir da luz de LED, como relata a esteticista Juliana Moura. “Com diversos aplicadores, e painéis de alta potência, a fototerapia pode ser aplicada individualmente, ou pode ser associada a tratamentos diferenciados nas mais diversas áreas da saúde. Isso, devido ao aparelho Hygialux, equipado por LED e laser, que garante bons resultados”, diz.

A esteticista ressalta que o processo estimula a produção de colágeno. “Isso favorece o rejuvenescimento, pois inibe determinadas atividades das células, o que alcança resultados como maciez, maior elasticidade, redução de linhas de expressão, rugas e melhor pigmentação”, garante.

  Segundo Juliana, o tratamento é indolor, porém, o paciente pode sentir alguns incômodos. “Alguns dos efeitos sentidos durante a aplicação são ardência leve e moderada, calor, e, claridade, por isso, durante a terapia, tanto o paciente quanto o especialista devem usar óculos protetores”, informa.

O procedimento deve ser feito após um diagnóstico, pois, o raio laser pode causar problemas em alguns casos, por este fato, a esteticista aponta algumas contraindicações. “Pessoas com neoplasias, ou seja, tumores, hipersensibilidade cutânea, epilepsia, lúpus eritematoso, eczema fotossensível, e também gestantes, não podem aderir aos cuidados da fototerapia”, alerta.

A efetividade do tratamento é que o laser pode atingir a camada superficial da pele, como também, a mais profunda, por isso, pode tratar diversos problemas. “Cicatrizações pós-operatórias, feridas, queimaduras, discromia, micoses de unhas, que são as onicomicoses, e, os efeitos pós peeling, são alguns dos problemas que passam a ser curados”, relata Juliana.

Sendo assim, a especialista diz que o aparelho é capaz de emitir luzes diferentes, em que cada uma tem indicações e efeitos específicos. “A luz azul tem ação bactericida e fungicida, podendo ser usada para hidratação, clareamento, drenagem linfática e limpeza de pele. Enquanto a luz vermelha melhora a circulação, o metabolismo e a oxigenação das células, que pode ser usada até mesmo para problemas capilares. E, a luz verde age na cicatrização e tem também poder anti-inflamatório, além de ser composto por colágeno e elastina, o que melhora as linhas de expressão e previne o envelhecimento”, aponta.

Por isso, o tratamento e a duração são determinados de acordo com cada necessidade. “Cada sessão tem um tempo, tudo vai depender da recomendação particular do paciente. E, respeitando essas precisões, podem ser realizadas de uma a duas vezes por semana”, conclui Juliana Moura.

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